Arquivo da categoria: Livros que valem a pena

Livros que leio e faço questão de recomendar

Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes

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Jerônimo Mendes, Administrador, Escritor e Palestrante Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes – escrito por Stephen R. Covey – é um dos melhores livros que já li, e continuo relendo, além de A Lei do Triunfo, escrito por Napoleon … Continue lendo

A lei do triunfo

Napoleon Hill

Jerônimo Mendes, Administrador, Escritor e Palestrante

Faz exatamente dezesste anos que eu tive a curiosidade e a felicidade de ler o livro A Lei do Triunfo, de Napoleon Hill, pensador e escritor encarregado por Andrew Carnegie, o magnata do aço americano, de entrevistar mais de 16 mil pessoas bem-sucedidas nos Estados Unidos, no início do século passado. O livro é resultado de vinte anos de pesquisa e muito trabalho onde o autor resume, em 17 princípios, as características, os valores e as virtudes de 500 ilustres selecionados que conquistaram a glória naquele país. Naturalmente, são princípios aplicáveis ao mais comum dos cidadãos que deseja crescer pessoal e profissionalmente.

Quando eu realizei o investimento, o livro estava na décima primeira edição. Hoje está na trigésima. Apesar de velhinho, surrado e um tanto amarelado o livro, é óbvio, mantenho-o na cabeceira da cama, ao alcance de todos. Se alguém da família se aproxima com cara de desânimo, eu simplesmente retiro-o da estante e coloco à disposição para leitura, revisão de conceitos e uma boa reflexão.
Toda vez que eu comento ou recomendo esse livro, alguns torcem o nariz, outros se fazem céticos e muitos talvez até desacreditem no meu trabalho pelo fato de o considerarem uma espécie de auto-ajuda, o que, para uma leva de desavisados, não soa bem para um professor e pesquisador como eu. O fato é que o livro realmente teve uma importância significativa no meu desenvolvimento pessoal e profissional e isso é o que realmente vale.

Assim ocorre com todos os seres humanos que foram agraciados com a habilidade da leitura e do gosto pelas palavras. Conheço gente que daria tudo para aprender a ler e conseguir comprar bons livros com mais freqüência. E de todas as pessoas que conheço e gostam de boa leitura, a maioria tem um título marcante na ponta da língua para mencionar e sente orgulho de ter lido. No meu caso são muitos, porém A Lei do Triunfo é especial bem como A Montanha Mágica, de Thomas Mann, Premio Nobel de Literatura, e a Revolução dos Bichos, de George Orwell, clássicos da literatura mundial.

Apesar do sucesso de Napoleon Hill, é possível encontrar na web uma sucessão de comentários negativos a respeito do seu trabalho, coisas do tipo “não acredito em livros que indicam a fórmula da riqueza ou do sucesso” ou ainda “isso ajuda somente quem vende livros de auto-ajuda”, porém o escritor, na época um jovem repórter, deixou o nome registrado na história. E isso irrita muita gente que prefere combatê-lo em vez aplicar pelo menos uma parte dos princípios divulgados no livro.

Quando você devorar o livro num instante, o que aconteceu comigo, talvez chegue à mesma conclusão do autor. Pensar, planejar, ser criativo, suar a camisa, ser uma pessoa de fé e ter confiança em si mesmo dão um trabalho danado. Para muitos, é mais fácil acertar na megasena, apropriar-se das terras alheias, desviar dinheiro das empresas ou, quem sabe, aguardar ansiosamente a herança do papai que já está velhinho, coitado, nem aproveita mais nada.

Para ler o artigo completo, clique em A Lei do Triunfo

A grande mudança

A grande mudançaJerônimo Mendes, Administrador, Escritor e Palestrante

Comprei esse livro em Goiânia, depois de fazer uma palestra no IX Goiana RH. Li mais da metade do livro no avião. Organizado por Seth Godin, guru norte-americano do Marketing, o livro é recheado de exemplos de pessoas e empresas que tiveram a coragem de tomar uma atitude e mudar a si mesmo, mudar seus produtos, mudar o foco do seu negócio, para renascer das cinzas e sobreviver.

De acordo com os autores, o segredo é não tentar ser perfeito, mas tentar ser notável. São 33 textos deliciosos escritos de maneira simples e que podem ser aplicados tanto na vida pessoal como na vida profissional. Em resumo …

Ser notável é jamais ter medo de se destacar.

Ser notável é buscar sempre seus objetivos.

Ser notável é sempre dizer a verdade.

Ser notável é saber que uma idéia arriscada pode fracassar, porém uma idéia medíocre com certeza irá fracassar.

Ser notável é não desistir.

Ser notável é produzir mais e planejar menos. Agir mais e esperar menos. Sonhar mais e dormir menos.

Ser notável defender suas idéias, realizá-las e mudar o mundo, sua profissão ou sua vida.

Ser notável não depende apenas de você. Depende também do reconhecimento do seu cliente.

Acredite, um ótimo livro, vale cada centavo investido, para ficar na cabeceira da cama. Boa leitura!

Personal Branding

Personal Branding Li este livro em 3 dias. Trata-se de um livro provocador que faz a gente, no mínimo, pensar em qual é o seu lugar no mundo. Vale a pena ser lido.

O livro trata da importância do gerenciamento eficaz da marca de cada um de nós e incentiva profissionais de todas as áreas a ativar mecanismos de alavancagem e reposicionamento e sua própria marca.

Qual foi a última vez que você fez uma visita ao supermercado, parou para observar a quantidade de produtos que são ofertados para cada categoria? Com quantas marcas de refrigerante você se deparou? E pastas de dente, quantos tipos diferentes estavam presentes na gôndola?

No mundo profissional o cenário é muito parecido. Milhares de pessoas disputam cargos e posições interessantes em empresas, e a maioria oferece os mesmos atributos: formação superior, duas línguas, especialização, experiência etc. Como se diferenciar nesse cenário tão competitivo?

Na obra Personal Branding – Construindo sua marca pessoal, o especialista em estratégia de marcas Arthur Bender oferece ao leitor propostas objetivas para administração e potencialização de imagem da marca pessoal, ampliar seu valor no mercado e construir aquilo que é mais visado no mundo das marcas: a credibilidade. Com comparações práticas às regras do marketing, Bender propõe uma importante discussão e mostra que é possível a qualquer pessoa criar e fortalecer a sua marca pessoal, e tornar-se único em um mercado tão competitivo. Basta saber onde quer chegar.

Para conhecer o blog do autor, clique em Arthur Bender

Um “toc” na cuca

Jerônimo Mendes, Administrador, Escritor e Palestrante

Um toc na cuca

Eis um livro fantástico para adultos e crianças. Vale a pena ler e praticar os exercícios recomendados para acabar com os bloqueios mentais. Criatividade todo mundo tem, mas por que uns parecem ter demais e outros de menos? Por que alguns surgem com idéias brilhantes e outros não conseguem sair da rotina?

UM “TOC” NA CUCA surgiu desse tipo de pergunta. E Roger von Oech, com a experiência de quem é consultor de criatividade em Silicon Valley – o berço da indústria de alta tecnologia nos Estados Unidos e a maior concentração de empresários e profissionais criativos do país -, descobriu respostas simples para elas.

Apontando os dez bloqueios mentais que mais inibem o pensamento inovador, UM “TOC” NA CUCA mostra como abrir a cabeça para abordagens originais e inusitadas. Com dicas, histórias divertidas, exercícios, jogos, piadas, brincadeiras e exemplos instigantes, este é um manual que estimula a inventividade de cada um. Seja para organizar uma festa ou cuidar dos filhos, seja para gerir uma empresa, comandar equipes ou trabalhar em publicidade.

Hoje, a capacidade de inovar é mais do que um instrumento profissional: é uma questão de sobrevivência. Por isso, UM “TOC” NA CUCA é um livro essencial. Não só para o trabalho, mas para a própria vida. Vale a pena ler, reler e recomendar.

O nome da rosa

Jerônimo Mendes, Administrador, Escritor e Palestrante

O Nome da Rosa

Li esse livro pela primeira vez em 1988 depois de assistir o filme. Umberto Eco é Umberto Eco, simplesmente incorrigível, estilo próprio e uma narrativa envolvente. Além de interessante, o livro é uma retrospectiva da postura católica na Idade Média.

Durante a última semana de novembro de 1327, em um mosteiro franciscano na Itália, paira a suspeita de que os monges estejam cometendo heresias. Guilherme de Baskerville, um frei interpretado pelo fantástico Sean Connery é, então, enviado para investigar o caso, mas tem sua missão interrompida por excêntricos assassinatos. A morte, em circunstâncias insólitas, de sete monges em sete dias, conduz uma narrativa violenta, que atrai o leitor por seu humor, crueldade e erotismo.

O nome da rosa acaba de ser relançado pela Editora Record e é considerado o mais importante romance de Umberto Eco, sucesso mundial desde sua publicação em 1980. Um livro simplesmente imperdível.

A Lei do Triunfo

Jerônimo Mendes, Administrador, consultor e palestrante

A lei do triunfoLi esse livro pela primeira vez em 1993, aos 30 anos de idade. Na época comprei a 11ª edição, hoje já na está na 31ª. De lá para cá eu melhorei muito, mas creio que ainda não consegui colocar em prática os 16 princípios. Não é tão simples assim, precisa-se de muita disciplina, algo para o qual fazemos cara feia. O livro é resultado de uma série de pesquisas conduzidas por Napoleon Hill, um sucesso editorial que lhe rendeu fama e fortuna.

Napoleon Hill ouviu 16 mil pessoas antes de escrever o livro e de posse do conhecimento comum entre elas, elaborou os 16 princípios que regem a Lei do Triunfo. Dentre os entrevistados estavam Thomas Edison, Henry Ford, o ex-presidente Theodore Roosevelt, John Rockfeller e Andrew Carnnegie, o magnata da indústria do aço.

Que Rhonda Byrne, que nada! O Segredo não chega aos pés de A Lei do Triunfo, aliás, comparado a ele chega a ser amador. Napoleon Hill dedicou tempo para um trabalho minucioso e elaborado dos princípios do sucesso, além de ter ido direto na fonte. Um livro imperdível, com 735 páginas de pura sabedoria. 

Quer saber mais? Leia o artigo completo no meu site ou compre o livro. Vale a pena cada centavo investido.

Leia o artigo completo em Jeronimos

A Revolução dos Bichos

Jerônimo Mendes, Administrador, Escritor e Palestrante

A Revolução dos Bichos

George Orwell é o bicho, como se diz na gíria. Você começa a ler e não consegue parar. Sem demagogia, devo ter lido esse livro pelo menos umas dez vezes e sempre fico com vontade de ler novamente. Certa vez emprestei este livro para um colega de trabalho e nunca mais recebi de volta. Agora eu mudei a atitude, não empresto mais livros, apenas divulgo para os amigos, alunos e ouvintes das minhas palestras.

O livro relata o início de uma fábula contemporânea e foi inspirado no desenrolar dos acontecimentos da Revolução Russa. O dono da Granja do Solar, Sr. Jones, embriagado pelo poder, tranca o galinheiro e vai para a cama cambaleando, morto de bêbado.

Major, um porco ancião e já premiado em diversas feiras, reúne todos os animais e conta seu sonho visionário de como será o mundo depois que o homem desaparecer, declara em tom profético a necessidade dos bichos assumirem suas vidas, acabando com a tirania dos homens, e canta a canção “Bichos da Inglaterra”.

A partir daí, os animais são contagiados pelos versos revolucionários e entoam apaixonadamente a canção recém-aprendida. Alarmado com o barulho, Sr. Jones acorda, imaginando a presença de uma raposa ou algo parecido, e com uma carga de chumbo disparada na escuridão e encerra a cantoria. Major, o visionário, falece três noites após.

A partir dos sete mandamentos estabelecidos pelo próprio Major, os acontecimentos ganham velocidade e a história se repete, como nos dias de hoje, onde o poder fascina e tende a mudar o discurso de qualquer governante antes indignado com a situação do seu povo. Os sete mandamentos, declarados por Major, são escritos na parede:

“Qualquer coisa que ande sobre duas pernas é inimigo.
O que ande sobre quatro pernas, ou tenha asas, é amigo.
Nenhum animal usará roupa.
Nenhum animal dormirá em cama.
Nenhum animal beberá álcool.
Nenhum animal matará outro animal.
Todos os animais são iguais.”

O fato é que ao longo do tempo os animais comandantes vão tomando gosto pelo poder e passam a se comportar exatamente como os humanos. Não vá embora do mundo sem ler esse livro!

Disponível em: Livraria Cultura

O príncipe e o mendigo

Jerônimo Mendes, Administrador, Escritor e Palestrante

O príncipe e o mendigo - Mark Twain

Quando eu era pequeno não perdia um episódio das Aventuras de Tom Sawyer, baseado no célebre romance de Mark Twain,  pseudônimo do escritor norte-americano Samuel Longhorne Clemens.  Mark Twain é o “bicho”, você começa a ler e não para mais. O Príncipe e o Mendigo foi o ápice da criatividade do autor, onde ele discorre as aventuras de Tom Canty, originalmente pobre, e de Edward Tudor, Principe de Wales e herdeiro legítimo do trono da Inglaterra.  Os dois nasceram no mesmo dia. O primeiro era indesejado e foi abandonado pela mãe, além de ser perseguido constantemente por um pai cruel. O segundo nasceu no meio do luxo e da riqueza. Tom Canty era obrigado pelo pai a pedir esmolas e era seguidamente espancado por ele, mas gostava de sonhar e brincar como um príncipe. Certo dia, ao se aproximar da carruagem que levava o verdadeiro príncipe, Edward Tudor, acabou sendo esbofeteado por um guarda da realeza. Comovido com a situação de Tom, Edward convidou-o para ir ao palácio. De conversa em conversa, ambos descobriram que eram praticamente idênticos. Tom confessara seu desejo de ser um príncipe e Edward também, o de viver mais livremente, impressionado pela eloquência  do menino que só contava as maravilhas da vida nas ruas, nunca a parte ruim. De comum acordo, eles resolvem trocar de papéis por um dia apenas. Confundido por um dos criados, o verdadeiro príncipe acaba expulso do palácio e Tom assume o lugar dele. A partir daí, o retorno seria praticamente impossível e ambos se vêem em situações hilariantes e ao mesmo tempo emocionantes. É de tirar o fôlego. Tenho inveja de Mark Twain, que além de escrever muito bem e servir de inspiração para vários autores, ainda teve a coragem de criar um pseudônimo para ganhar espaço na literatura da época. Vale a pena cada palavra do que foi escrito por ele.

Disponível em: Submarino