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	<title>Jerônimo Mendes</title>
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	<description>Administrador, Escritor e Palestrante</description>
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		<title>Jerônimo Mendes</title>
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		<title>Os números de 2011</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 03:05:20 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Jeronimo Mendes]]></category>

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		<description><![CDATA[Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.   Aqui está um resumo: Um comboio do metrô de Nova Iorque transporta 1.200 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 4.500 vezes em &#8230; <a href="http://jeronimos.wordpress.com/2012/01/01/os-numeros-de-2011/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jeronimos.wordpress.com&amp;blog=8870750&amp;post=686&amp;subd=jeronimos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.</p>
<div style="background:url('/wp-content/mu-plugins/annual-reports/img/emailteaser.jpg') no-repeat center center;height:300px;"> </div>
<p>Aqui está um resumo:</p>
<blockquote><p>Um comboio do metrô de Nova Iorque transporta 1.200 pessoas. Este blog foi visitado cerca de <strong>4.500</strong> vezes em 2011. Se fosse um comboio, eram precisas 4 viagens para que toda gente o visitasse.</p></blockquote>
<p><a href="/2011/annual-report/">Clique aqui para ver o relatório completo</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jeronimos.wordpress.com/686/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jeronimos.wordpress.com/686/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jeronimos.wordpress.com/686/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jeronimos.wordpress.com/686/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jeronimos.wordpress.com/686/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jeronimos.wordpress.com/686/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jeronimos.wordpress.com/686/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jeronimos.wordpress.com/686/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jeronimos.wordpress.com/686/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jeronimos.wordpress.com/686/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jeronimos.wordpress.com/686/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jeronimos.wordpress.com/686/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jeronimos.wordpress.com/686/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jeronimos.wordpress.com/686/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jeronimos.wordpress.com&amp;blog=8870750&amp;post=686&amp;subd=jeronimos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Pobreza e riqueza: um estado de espírito</title>
		<link>http://jeronimos.wordpress.com/2011/12/19/pobreza-e-riqueza-um-estado-do-espirito/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 23:12:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jeronimos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jeronimo Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamento Filosófico]]></category>
		<category><![CDATA[como ficar rico]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das afirmativas mais infelizes que você vai ouvir durante toda a sua vida é a famigerada “sou pobre, mas sou feliz”. Em diferentes lugares, por diversas razões, algumas explicáveis, outras não, há sempre um inconformado pronunciando esse ditado, ainda &#8230; <a href="http://jeronimos.wordpress.com/2011/12/19/pobreza-e-riqueza-um-estado-do-espirito/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jeronimos.wordpress.com&amp;blog=8870750&amp;post=680&amp;subd=jeronimos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://jeronimos.files.wordpress.com/2011/12/riqueza.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-681" title="Pobreza e Riqueza - Jerônimo Mendes" src="http://jeronimos.files.wordpress.com/2011/12/riqueza.jpg?w=150&#038;h=100" alt="" width="150" height="100" /></a>Uma das afirmativas mais infelizes que você vai ouvir durante toda a sua vida é a famigerada “sou pobre, mas sou feliz”. Em diferentes lugares, por diversas razões, algumas explicáveis, outras não, há sempre um inconformado pronunciando esse ditado, ainda que o faça em tom de brincadeira. Entretanto, poucos imaginam o estrago que isso pode provocar na vida das pessoas. Afirmações dessa natureza, quando repetitivas, são absorvidas rapidamente pelo subconsciente, tornando a condição de pobreza sua fiel companheira até o dia em que a própria pessoa decida mudar a linguagem para quebrar o “feitiço” das palavras.</p>
<p>Obviamente, esse jargão tem um cunho de verdade, considerando que a felicidade é um estado de espírito e não depende, necessariamente, de dinheiro; porém, não há como negar, um saldo bancário confortável ajuda a aproximar essa tal felicidade, desde que haja bom senso e equilíbrio quanto ao uso do dinheiro e este, por sua vez, não torne as pessoas medíocres nem avarentas.</p>
<p>Há dois extremos possíveis, ambos totalmente prejudiciais: pobre e infeliz, rico e avarento. Contudo, não existe pobreza maior do que a pobreza de espírito. Afirmações do tipo “sou pobre, mas sou feliz”, “sou pobre, mas sou honesto” ou ainda “sou pobre, mas não sou ladrão” tendem a levar as pessoas do nada para lugar nenhum. Como diz a máxima judaica, a única pobreza possível é a ignorância, portanto, nesse sentido, ninguém precisa afirmar aos quatro ventos sua condição de honestidade para ser reconhecido na sociedade. Quando uma pessoa é íntegra, honesta e ética, por assim dizer, o fato de ela ser menos abastada não faz a menor diferença, pois o que conta é o caráter.</p>
<p>Por outro lado, de acordo com Alfred Whitehead, filósofo e matemático inglês radicado nos Estados Unidos, “uma das grandes falácias do modo americano de pensar é a de que o valor humano se constitui de um conjunto particular de atributos que conduzem ao avanço econômico. Isso está longe de ser verdadeiro”, portanto, as razões de muitas fortunas são inexplicáveis.</p>
<p>Para Whitehead, “dois terços das pessoas que conseguem ganhar (muito) dinheiro são medíocres, e pelo menos metade delas se encontra moralmente em baixo nível.” No seu conjunto, elas são vastamente inferiores a outros tipos que não se animam por conta de motivos econômicos, assim como artistas, professores e outros profissionais que realizam trabalhos dos quais gostam por si mesmos e ganham apenas o suficiente para prosseguir.</p>
<p>Quer você seja rico, quer você seja pobre, o seu modo de pensar, agir e falar influencia diretamente a sua maneira de ver o mundo, de beneficiar-se dele e também de ser julgado por ele. Tal como as palavras, os pensamentos e as ações são determinantes na atração ou na repulsão da pobreza e da riqueza; a escolha é meramente pessoal; as conseqüências são inevitáveis.</p>
<p>Nesse sentido, tenho procurado fazer a minha parte e tentado, de todas as formas, elevar o espírito das pessoas que me escrevem diariamente, contando suas histórias de vida. Riqueza e pobreza são estados de espírito. Ambos podem ser alterados de acordo pela convicção.</p>
<p>Penso que não há nenhuma virtude na pobreza. Pergunte a um amigo o que ele mais deseja na vida e as respostas invariavelmente serão: estudar, crescer profissionalmente, ganhar mais, ser feliz, trabalhar por contra própria. Ninguém nasceu para viver num casebre, vestir-se mal ou passar fome. Estamos aqui para progredir, prosperar, contribuir e ser feliz.</p>
<p>A melhor maneira de promover o próprio bem-estar e elevar o espírito, independentemente da sua condição financeira, é adotar um discurso mais alegre e otimista. Pense no poder das palavras, seja menos amargo, equilibre-se na balança da vida. Você não precisa ser rico para ser feliz nem ser infeliz para ser rico; portanto, mude seu discurso e sua vida mudará radicalmente. Pense nisso e seja feliz!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jeronimos.wordpress.com/680/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jeronimos.wordpress.com/680/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jeronimos.wordpress.com/680/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jeronimos.wordpress.com/680/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jeronimos.wordpress.com/680/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jeronimos.wordpress.com/680/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jeronimos.wordpress.com/680/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jeronimos.wordpress.com/680/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jeronimos.wordpress.com/680/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jeronimos.wordpress.com/680/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jeronimos.wordpress.com/680/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jeronimos.wordpress.com/680/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jeronimos.wordpress.com/680/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jeronimos.wordpress.com/680/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jeronimos.wordpress.com&amp;blog=8870750&amp;post=680&amp;subd=jeronimos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O lado avesso de cada um</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 12:45:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jeronimos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando você vê alguém, naturalmente, vê apenas a ponta do iceberg acima da água, segundo Harry e Cristine Beckwith, autores de Venda-se: a arte de construir uma imagem. De fato, a maioria das pessoas com quem nos comparamos o tempo &#8230; <a href="http://jeronimos.wordpress.com/2011/11/18/o-lado-avesso-de-cada-um/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jeronimos.wordpress.com&amp;blog=8870750&amp;post=669&amp;subd=jeronimos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://jeronimos.files.wordpress.com/2011/11/acorrentado1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-672" title="O lado avesso de cada um" src="http://jeronimos.files.wordpress.com/2011/11/acorrentado1.jpg?w=105&#038;h=150" alt="Artigo de Jerônimo Mendes" width="105" height="150" /></a>Quando você vê alguém, naturalmente, vê apenas a ponta do iceberg acima da água, segundo Harry e Cristine Beckwith, autores de <em>Venda-se: a arte de construir uma imagem</em>. De fato, a maioria das pessoas com quem nos comparamos o tempo todo, independentemente do que possam parecer, estão sujeitas a falhas, deslizes de toda ordem, têm vários defeitos e, em muitos casos, conseguem ganhar menos do que você e vivem mais insatisfeitas. O lado avesso de cada um é sempre uma incógnita e nem sabemos por que nos preocupamos com ele.</p>
<p>A impressão que temos é a de que todas as pessoas ao nosso redor são mais felizes, possuem mais bens, conseguem as coisas com mais facilidade e vivem mais sorridentes. De alguma forma, estamos sempre tentando nos aproximar delas ou queremos ler e conhecer algo a seu respeito para descobrir e copiar a razão do seu sucesso, como se a felicidade alheia fosse algo assim transferível, num passe de mágica. No fundo, é a inveja reprimida dentro de cada um de nós.</p>
<p>Pessoas são pessoas, nada mais do que pessoas, com todas as suas virtudes e os seus defeitos. A diferença entre elas está no ego – grandes e pequenos egos. Entretanto, não existe ego que não tenha o seu calcanhar-de-aquiles, o que nos leva a crer que todas as pessoas são frágeis embora a maioria demonstre uma falsa condição de superioridade ou de uma força superior indestrutível. Como diria Millôr Fernandes, há mais de 20 anos, como são admiráveis as pessoas que nós não conhecemos muito bem.</p>
<p>Graças a Deus, não temos o dom de conhecer o lado indescritível nem irremediável das pessoas. Se nos fosse concedida essa dádiva, a decepção seria grande; portanto, é melhor alimentar a nossa própria fantasia, afinal, não somos infalíveis também. Quando nus diante do espelho, somos completamente iguais e incorrigíveis, frágeis, carentes, cheios de dúvidas e de complexos. As roupas são as melhores amigas do homem e da mulher, pois ajudam a esconder um pouco a sua própria hipocrisia.</p>
<p>Comparar a si mesmo com outros durante o tempo todo é, de fato, uma perda de tempo irrecuperável. Não podemos ser outra pessoa embora possamos fingir ser alguém que não somos. Quando agimos assim, na melhor das hipóteses, as pessoas ao nosso redor vão nos aturar, porém vão reconhecer facilmente a nossa hipocrisia e rejeitar a nossa falsa integridade.</p>
<p>Todos os seres humanos têm dois lados: um deles é o comum, previsível, facilmente retocável de acordo com as circunstâncias. Em último caso, um bom banho e uma roupa limpa resolvem. O outro é imprevisível, incomum, impossível de ser maquiado, atormentado com freqüência pela nossa vigilante consciência. E não há nada que castigue mais uma pessoa do que a sua própria consciência.</p>
<p>Equilibrar os dois lados é um desafio; deixar de ser o que não somos, de parecer o que não parecemos; de querer, a qualquer custo, o que não podemos ou não precisamos. De alguma forma, competimos o tempo todo sem saber o motivo verdadeiro da guerra. Em geral, somos aquilo que as pessoas descobrem facilmente que não somos.</p>
<p>Infelizmente, não podemos evitar o julgamento nem o pré-julgamento alheio, mas podemos evitá-los a partir de nós mesmos. Apesar de condenável, em muitos casos, o comportamento alheio não nos diz respeito. Temos o nosso lado avesso também. Se algum dia ele vier à tona, feito um iceberg, talvez tenhamos vergonha só de lembrar o que fizemos com muita gente.</p>
<p>Pense nisso e seja feliz!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jeronimos.wordpress.com/669/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jeronimos.wordpress.com/669/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jeronimos.wordpress.com/669/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jeronimos.wordpress.com/669/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jeronimos.wordpress.com/669/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jeronimos.wordpress.com/669/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jeronimos.wordpress.com/669/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jeronimos.wordpress.com/669/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jeronimos.wordpress.com/669/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jeronimos.wordpress.com/669/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jeronimos.wordpress.com/669/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jeronimos.wordpress.com/669/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jeronimos.wordpress.com/669/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jeronimos.wordpress.com/669/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jeronimos.wordpress.com&amp;blog=8870750&amp;post=669&amp;subd=jeronimos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O valor do seu nome</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 13:52:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jeronimos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jeronimo Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamento Filosófico]]></category>
		<category><![CDATA[como fazer amigos e influenciar pessoas]]></category>
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		<category><![CDATA[nomes importantes]]></category>
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		<description><![CDATA[O nome de uma pessoa é para ela o som mais doce e importante que existe, segundo Dale Carnegie, portanto, acredite no seu e não perca o seu objetivo de vista. <a href="http://jeronimos.wordpress.com/2011/08/15/o-valor-do-seu-nome/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jeronimos.wordpress.com&amp;blog=8870750&amp;post=655&amp;subd=jeronimos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://jeronimos.files.wordpress.com/2011/08/como-fazer-amigos-e-influenciar-pessoas4.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-662" title="Como fazer amigos e influenciar pessoas" src="http://jeronimos.files.wordpress.com/2011/08/como-fazer-amigos-e-influenciar-pessoas4.jpg?w=150&#038;h=150" alt="" width="150" height="150" /></a>De acordo com o escritor Dale Carnegie, autor de <strong><em>Como fazer amigos e influenciar pessoas</em></strong>,  o nome de uma pessoa é para ela o som mais doce e mais importante que existe.</p>
<p>Você pode estar perdido no meio do deserto ou de uma floresta ou ainda estar caminhando no meio da multidão, mas, se alguém gritar o seu nome, onde quer que você esteja, seus olhos brilham.</p>
<p>Apesar de a culpa não ser das pessoas, fico ligeiramente desapontado quando o meu nome acaba escrito com “G”. Geralmente é com “g”, mas o meu nome é com “J”, motivo pelo qual eu respondo sempre que solicitado: Jerônimo, com “J”. Na maioria das vezes, antes de mencionar a segunda parte, a mão desavisada já disparou a primeira letra e a correção é inevitável.</p>
<p>Não se trata de preciosismo nem de vaidade, mas de honrar o nome original que me foi concedido desde o dia em que meu pai tomou conhecimento da minha existência e isso tem importância significativa para mim. Aliás, penso que ele foi um pouco egoísta na época, ao omitir o sobrenome da minha mãe, o qual eu gostaria de ostentar em vida, porém isso é outra questão.</p>
<p>Minha história não é mais nem menos interessante do que a história de qualquer ser humano na Terra. Para muitos, o sobrenome é mais importante do que o próprio nome e isso tem peso significativo de acordo com a história pessoal de cada um, razão pela qual algumas pessoas preferem ser chamadas pelo sobrenome, em vez do nome.</p>
<p>O fato é que o nome ou o sobrenome de alguém não o torna superior ou inferior às demais pessoas. Ser um Mendes, um Silva ou um Lima pode não ser importante para quem carrega um sobrenome Kennedy, Grimaldi ou Ferrari, entretanto, existem nomes e sobrenomes simples, fundamentados em base sólida, bem como nomes e sobrenomes sofisticados, ancorados na hipocrisia e na ausência de valores.</p>
<p>Uma das coisas mais importantes que o nome pode gerar, com base na história pessoal e no comportamento do ser humano, é a reputação. O termo vem do latim <em>reputatione</em>, e reflete a opinião ou avaliação social do público em<br />
relação à determinada pessoa. É uma espécie de caricatura atribuída pela<br />
sociedade em relação à sua maneira de ser.</p>
<p>A reputação é construída com base no julgamento alheio e, na maioria das vezes, com base em pré-julgamento; portanto, contrário ao que recomendam os pensadores de plantão, sugiro que você pense diferente. Preocupe-se com a sua reputação, sem dúvida, mas preocupe-se mais com o seu nome e o seu sobrenome de nascença. O mundo passa, o nome fica.</p>
<p>Durante muito tempo, eu adotei o sobrenome de várias empresas por onde passei e isso me abriu portas; porém, quando eu mais precisava de um nome e um sobrenome de verdade, o que valeu mesmo foi aquele que recebi dos meus pais e isso não há empresa nem salário que pague. Particularmente, não gosto de ser chamado de Jerônimo de tal empresa. Prefiro Jerônimo com “J”.</p>
<p>Assim como o seu nome é importante, o nome dos seus amigos, colegas de trabalho e pessoas do seu círculo de relacionamento também. Nunca esqueça o nome dos seus amigos de infância, adolescência e escola. Você pode precisar deles assim como eles precisarão de você. Graças a Deus, o mundo é redondo e, quando imaginamos que nada é capaz de nos derrubar, a vida nos prega uma lição. Nessa hora, precisamos resgatar o nome dos amigos e conhecidos, além do nosso.</p>
<p>Lembre-se de que a reputação vai e vêm ao sabor do vento e das pessoas que, ora pensam em você, e se aproximam por interesse, ora se distanciam, por interesses<br />
contrários aos mesmos interesses que as aproximou. Portanto, zele pelo seu nome e pague o preço que for necessário para mantê-lo longe dos abutres que espreitam a sua pele. Dessa forma, sua reputação será eterna.</p>
<p>Ter um nome é importante. Gostar do seu nome e atribuir-lhe valor é ainda mais. Lembrar o nome dos seus amigos, clientes e fornecedores, é o segredo do bom relacionamento. Orgulhe-se do seu nome, mais do que tudo na vida, pois, como diria o grande Shakespeare, “aquilo que chamamos de rosa seria igualmente doce com qualquer outro nome”, ou seja, o que interessa é a essência, a forma e o conteúdo que o seu nome carrega.</p>
<p>Pense nisso e seja feliz!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jeronimos.wordpress.com/655/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jeronimos.wordpress.com/655/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jeronimos.wordpress.com/655/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jeronimos.wordpress.com/655/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jeronimos.wordpress.com/655/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jeronimos.wordpress.com/655/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jeronimos.wordpress.com/655/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jeronimos.wordpress.com/655/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jeronimos.wordpress.com/655/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jeronimos.wordpress.com/655/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jeronimos.wordpress.com/655/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jeronimos.wordpress.com/655/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jeronimos.wordpress.com/655/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jeronimos.wordpress.com/655/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jeronimos.wordpress.com&amp;blog=8870750&amp;post=655&amp;subd=jeronimos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Como fazer amigos e influenciar pessoas</media:title>
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		<title>A bola da vez</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 17:44:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jeronimos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jeronimo Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamento Corporativo]]></category>
		<category><![CDATA[a bola da vez]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[demissão no trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Numa determinada fase da vida profissional eu passei por um verdadeiro teste de ferro, sob o ponto de vista emocional e da liderança. Em menos de três meses eu fui obrigado a desmontar uma estrutura de vinte pessoas sob a &#8230; <a href="http://jeronimos.wordpress.com/2011/07/12/a-bola-da-vez/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jeronimos.wordpress.com&amp;blog=8870750&amp;post=648&amp;subd=jeronimos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://jeronimos.files.wordpress.com/2011/07/a-bola-da-vez1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-651" title="A bola da vez " src="http://jeronimos.files.wordpress.com/2011/07/a-bola-da-vez1.jpg?w=150&#038;h=99" alt="Artigo de Jerônimo Mendes " width="150" height="99" /></a>Numa determinada fase da vida profissional eu passei por um verdadeiro teste de ferro, sob o ponto de vista emocional e da liderança. Em menos de três meses eu fui obrigado a desmontar uma estrutura de vinte pessoas sob a minha coordenação, enquanto tentava, ao mesmo tempo, amenizar a pressão interna e externa gerada em razão da mudança, além de tentar aproveitar, a qualquer custo, alguns profissionais importantes no processo, mediante transferência para outras gerências ou unidades, sem cometer injustiça com os demais.</p>
<p>Nesse período, eu viajava semanalmente para a unidade onde o trabalho seria absorvido, a quatrocentos quilômetros de casa, a fim de garantir o sucesso da transição e o menor impacto possível sobre os resultados da empresa. Durante a minha ausência o trabalho era coordenado à distancia e eu tentava manter elevado o moral dos colaboradores, porém, o fato é que eles sabiam que toda sexta-feira, quando eu retornava para o local de origem, alguém seria “a bola da vez”.</p>
<p>A fim de amenizar a tortura, e com a esperança remota da sobrevida, os membros da equipe disputavam no palitinho quem seria “a bola da vez”. Apesar de inevitável, o desgaste emocional foi um aprendizado enorme. Obviamente, o anúncio antecipado da mudança reduziu o impacto do sofrimento, pois a maioria tinha em mente que ninguém se salvaria, exceto quem optasse pela transferência para o novo local de trabalho, o que se tornou inviável.</p>
<p>Quase dez anos depois daquele fatídico episódio, tenho acompanhado a carreira dos meus ex-colaboradores e todos continuam firmes, fortes e saudáveis e, seguramente, muito melhores em suas ocupações atuais. Na ocasião, antes que eu me tornasse “a bola da vez”, tratei de colocar o currículo no mercado e acionar o meu círculo de relacionamentos. Não tenha dúvida que, antes de chegar o meu dia, tive a felicidade de antecipar a notícia para o chefe e já estava de malas<br />
prontas para outro emprego.</p>
<p>Todos os dias, em todas as empresas e em todos os lugares do mundo, alguém é “a bola da vez”. Talvez nesse exato momento você esteja sendo cogitado para ser “a bola da vez” e nem saiba, pois, geralmente, essa decisão ocorre nos bastidores, nas mesas de bares, nos elevadores, nos banheiros ou ainda na calada da noite, quando as pessoas estão se descansando para mais um dia de trabalho.</p>
<p>Se você for “a bola da vez”, não se preocupe. Todas as pessoas que estiveram em situação semelhante e tomaram atitudes para enfrentar o problema, sobreviveram e prosperaram. Nada é para sempre, portanto, um dia no vale, outro na crista. Por experiência própria, digo que você vai sobreviver e aproveitar novas oportunidades surgirão ainda que você precise dar um passo para trás, a fim de ganhar impulso, para, em seguida, dar dois para frente, mais confiante. Portanto, continue estudando, trabalhando muito e caminhando.</p>
<p>Por outro lado, pare de sofrer por antecipação e de aceitar a derrota antes da hora. Chefes, colegas de trabalho e colaboradores são tão frágeis quanto você e, como seres humanos, padecem dos mesmos males: insegurança e falta de confiança em si mesmo; portanto, uma atitude positiva será sua maior vantagem.</p>
<p>Em vez de pensar em ser “a bola da vez”, pense num emprego melhor, numa promoção ou na possibilidade de se tornar um grande empreendedor. As maiores oportunidades estão enrustidas nas maiores dificuldades. Mude o foco e a maneira de encarar o problema e novas perspectivas se abrirão. O que um homem faz, isso ele tem, dizia Emerson.</p>
<p>Pense nisso e seja feliz!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jeronimos.wordpress.com/648/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jeronimos.wordpress.com/648/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jeronimos.wordpress.com/648/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jeronimos.wordpress.com/648/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jeronimos.wordpress.com/648/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jeronimos.wordpress.com/648/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jeronimos.wordpress.com/648/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jeronimos.wordpress.com/648/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jeronimos.wordpress.com/648/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jeronimos.wordpress.com/648/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jeronimos.wordpress.com/648/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jeronimos.wordpress.com/648/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jeronimos.wordpress.com/648/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jeronimos.wordpress.com/648/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jeronimos.wordpress.com&amp;blog=8870750&amp;post=648&amp;subd=jeronimos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Problema seu!</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 14:18:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jeronimos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jeronimo Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamento Corporativo]]></category>
		<category><![CDATA[constrangimento no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[mundo corporativo]]></category>
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		<category><![CDATA[pressão no trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando eu era coordenador de atendimento de uma grande empresa multinacional, uma das minhas atribuições era atualizar as informações da unidade no notebook de última geração do diretor, um luxo naquela época. Ele sabia fazer pouca coisa naquele notebook, porém &#8230; <a href="http://jeronimos.wordpress.com/2011/06/02/problema-seu/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jeronimos.wordpress.com&amp;blog=8870750&amp;post=642&amp;subd=jeronimos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://jeronimos.files.wordpress.com/2011/06/0414033.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-643" title="Problema seu" src="http://jeronimos.files.wordpress.com/2011/06/0414033.jpg?w=100&#038;h=150" alt="Artigo de Jerônimo Mendes" width="100" height="150" /></a></p>
<p>Quando eu era coordenador de atendimento de uma grande empresa multinacional, uma das minhas atribuições era atualizar as informações da unidade no notebook de última geração do diretor, um luxo naquela época. Ele sabia fazer pouca coisa naquele notebook, porém sua especialidade era abrir e fechar planilhas de Excel, além de torrar nossa paciência quando os resultados não eram atingidos. Na época não era nem notebook, era laptop mesmo, mas tudo bem.</p>
<p>Embora eu desejasse atirá-lo com freqüência pela janela toda vez que era chamado na sala, aprendi muito com ele, o que fazer e que o não fazer em situações semelhantes. Eu também não entendia muito de planilha Excel, mas, graças ao bom Deus, tinha um colaborador que era muito melhor do que eu nesse sentido e ele dava conta do recado, motivo pelo qual eu me confortava diante do caos. Essa é apenas uma das vantagens de você manter na equipe pessoas melhores do que você, sem medo de ser feliz.</p>
<p>O diretor mantinha em torno de cinqüenta relatórios naquele maldito notebook, todos em Excel, com informações sobre vendas, margens e resultados de cada vendedor, gerente de área, ponto de venda, segmento de negócio, cidade e estado. Cada vez que um vendedor ou gerente aparecia por perto, ele chamava o sujeito e abria o famigerado notebook para testar o camarada. Espontaneamente, ninguém aparecia, mas, em último caso, ele mandava chamar um “Cristo”.</p>
<p>Era tanta informação que ficávamos sempre em dúvida se realmente ele utilizava tudo aquilo. O fato é que ele fazia questão de manter as planilhas em dia, primeiro, para manter o <em>status</em> de ser o único diretor no Brasil com notebook e, segundo, para evitar o dissabor de não ter os dados da unidade quando convocado para uma reunião de ultima hora na matriz.</p>
<p>Certa vez ele me chamou na sala para testar a minha paciência. Era mais ou menos em torno de oito horas da noite, estávamos todos cansados, véspera de aumento de preços, o clima foi pesado durante o dia todo, mas isso não tinha a menor importância para ele.</p>
<p>- Jerônimo, antes de ir embora atualize todos os relatórios do notebook para mim. Devo viajar amanhã cedo e quero esse notebook na minha mesa amanhã cedo antes de sair, entendeu? &#8211; Mas chefe, retruquei, são oito horas, são cinqüenta planilhas, leva tempo, importação de dados etc.</p>
<p>- Isso é problema seu! Eu vou para casa assistir o Jornal Nacional e tomar meu uísque, mas você pode ficar aqui durante a noite. Falta ainda quinze horas para o vôo, se vire. Na hora eu me lembrei da janela, da mãe dele e da minha família, mas mantive a calma, afinal ele era pesado e eu não ganhava tão mal assim.</p>
<p>Eu conhecia os principais relatórios analisados por ele, portanto, pedi ao meu colaborador que atualizasse em torno de seis planilhas, as mais importantes, dentre elas a receita e a margem, por área, vendedor e produto, o que levou em torno de duas horas. Durante a noite rezamos para ele não abrir as outras.</p>
<p>No dia seguinte, às oito horas da manhã, lá estava eu com o notebook na sala do diretor e aquela vontade danada de atirá-lo na sua cabeça. – Aqui está chefe, como o senhor pediu. – Muito bom! Esse é o meu garoto! Disse ele, com aquele sorriso hipócrita.</p>
<p>Para tudo na vida existe uma ou mais saídas, portanto, nunca se apavore diante de situações como essa. Mantenha a calma, faça o melhor que puder com o que você tem e o tempo se encarrega do restante. Pense nisso e seja feliz!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jeronimos.wordpress.com/642/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jeronimos.wordpress.com/642/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jeronimos.wordpress.com/642/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jeronimos.wordpress.com/642/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jeronimos.wordpress.com/642/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jeronimos.wordpress.com/642/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jeronimos.wordpress.com/642/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jeronimos.wordpress.com/642/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jeronimos.wordpress.com/642/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jeronimos.wordpress.com/642/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jeronimos.wordpress.com/642/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jeronimos.wordpress.com/642/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jeronimos.wordpress.com/642/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jeronimos.wordpress.com/642/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jeronimos.wordpress.com&amp;blog=8870750&amp;post=642&amp;subd=jeronimos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Mãe é mãe!</title>
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		<pubDate>Sat, 07 May 2011 13:24:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jeronimos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jeronimo Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamento Filosófico]]></category>
		<category><![CDATA[a melhor mãe do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Dia das Mães]]></category>
		<category><![CDATA[Mãe é mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Receita de Mãe]]></category>

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		<description><![CDATA[Está muito longe da natureza masculina entender a alma da mulher e descobrir de onde ela arranca tanta energia para suportar o fardo pesado da condição feminina, capaz de se desdobrar em diferentes personalidades que se fundem entre uma tarefa &#8230; <a href="http://jeronimos.wordpress.com/2011/05/07/mae-e-mae/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jeronimos.wordpress.com&amp;blog=8870750&amp;post=633&amp;subd=jeronimos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://jeronimos.files.wordpress.com/2011/05/04228011.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-635" title="Mãe é mãe" src="http://jeronimos.files.wordpress.com/2011/05/04228011.jpg?w=150&#038;h=150" alt="Artigo de Jerônimo Mendes" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Está muito longe da natureza masculina entender a alma da mulher e descobrir de onde ela arranca tanta energia para suportar o fardo pesado da condição feminina, capaz de se desdobrar em diferentes personalidades que se fundem entre uma tarefa corriqueira, digna de martírio para os homens, e outra extenuante, como a de suportar um marido infiel a impor seus desejos após um longo dia de trabalho da companheira.</p>
<p>A essência da mulher está além do nosso alcance. A providência divina foi muito feliz quando concebeu a ela o poder da fecundação e da geração de filhos, cujo fruto, depois de nove meses, compensa qualquer sacrifício estético consumado por uma dor insuportável, ao mesmo tempo gratificante, capaz de provocar desmaios em marmanjos de noventa quilos na hora do parto.</p>
<p>Eu daria tudo para descobrir o nome do infeliz que rotulou de frágil o sexo feminino. Quando lembro de minha mãe levantando às seis da manhã para preparar o café, deixar os filhos na creche antes de ir para o trabalho, pegar no batente das oito às cinco e meia da tarde e voltar para casa para dar banho na prole, preparar o jantar e parte do almoço para o dia seguinte, esfregar um bocado de roupa no tanque e ainda passar outro tanto até alta horas da noite, sinceramente, fico imaginando onde ela escondeu essa tal fragilidade.</p>
<p>Apesar da sobrecarga, ela ainda encontrou forças para cursar o Magistério à noite durante três anos seguidos amargando a ilusão da bonança, como se o estudo fosse capaz de revolucionar uma trajetória de sofrimento. Tudo é possível por amor aos filhos e à vida.</p>
<p>Duvido que o homem suporte um décimo dessa condição. Ele se contenta em prover o sustento da família. Dinheiro basta para comprar a comodidade. Quantos nem isso fazem. Preferem simplesmente sugar as forças e o dinheiro suado da companheira sabendo que isso pode acabar em dor e tragédia.</p>
<p>Tudo é simples para o pai. É raro vê-lo fazendo mais de uma coisa de cada vez. A mãe, ao contrário, prepara a mamadeira e troca fralda enquanto pensa na próxima refeição, na camisa ou na meia que o marido nunca encontra no seu próprio guarda-roupa.</p>
<p>Quando me perguntaram dia desses qual o melhor presente que eu gostaria de dar à minha mãe respondi que uma vaga no céu estaria de bom tamanho, ao lado das estrelas, contemplando toda beleza do universo e botando a mão em tudo, para o bem da humanidade.</p>
<p>Eu nem preciso pedir uma coisa dessas. Acredito na justiça divina e por essa razão mãe terá sempre vaga cativa no paraíso. É provável que suba com tripa e tudo para alegria das almas desamparadas.</p>
<p>“Quando Deus criou o mundo / colocou-se a meditar / em apenas um segundo / tomou a medida do mar. / Abismou-se com o tamanho / e passou a imaginar / não seria muito estranho / grandeza num só lugar? /  Olhou então para a frente / quando sentiu o calor / o sol todo sorridente / esbanjava seu vigor. / Pensou, pura e simplesmente, / tendo tudo a seu favor, / farei com o excedente / uma jóia de valor. /  Algo que seja maior / que a imensidão do mar / exibindo ao seu redor / um aspecto singular. / Algo que seja mais belo / e que possa superar / a beleza do amarelo / e o brilho da lugar solar. ”</p>
<p>Sabe o que ele fez então? Moldou o coração de mãe. É por isso que coração de mãe não tem tamanho, cabe sempre mais um, sofre sozinho, agüenta firme a perda de um filho e por vezes do marido, mas não vacila e bate por muito mais tempo que o frágil coração do homem metido a durão.</p>
<p>Não há dinheiro que pague a dedicação materna ao longo de uma vida. Somos infelizes quando imaginamos que a nossa saída de casa e a formação educacional vai compensar todo o seu esforço para o nosso bem.</p>
<p>Isso não acaba nunca, ao contrário, enaltece a cada dia, principalmente quando custamos a encontrar o melhor caminho para encarar as dificuldades com a mesma força de uma mãe que não hesita um segundo em sacrificar a própria vida em busca da vitória sobre a dor e a doença de um filho, cujo mérito nunca leva para si.</p>
<p>Quando estiver com ela, pense nas coisas que deixou de fazer em retribuição ao carinho recebido. Jamais pagaremos essa dívida acumulada desde o tempo em que ficamos nove meses dando pontapés na sua barriga enquanto ela tentava pegar no sono. Ela nunca se queixou, ao contrário, deslizou a sua mão suavemente na barriga para nos acalmar.</p>
<p>Mãe é mãe e isso basta, portanto, cada segundo na presença dela é importante para demonstrar o amor que sentimos. É a única que está sempre à nossa espera, de braços abertos. Não importa a condição. Mais do que uma simples obrigação é gratidão.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p><strong>Sinônimo de beleza,</strong></p>
<p><strong>vida, luz e calor,</strong></p>
<p><strong>remédio para tristeza,</strong></p>
<p><strong>antídoto para dor,</strong></p>
<p><strong>no coração a certeza:</strong></p>
<p><strong>MÃE é simplesmente AMOR!</strong></p>
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			<media:title type="html">Mãe é mãe</media:title>
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		<title>Resiliência e gratidão</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 12:46:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jeronimos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jeronimo Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamento Filosófico]]></category>
		<category><![CDATA[mudança de vida]]></category>
		<category><![CDATA[os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes]]></category>
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		<description><![CDATA[De acordo com o Aurélio, resiliência é a propriedade que determinados materiais apresentam de voltar ao estado natural tempos depois de sofrer alguma deformação. No caso dos seres humanos, resiliência está associada à capacidade de alguém retornar ao estado normal &#8230; <a href="http://jeronimos.wordpress.com/2011/04/25/resiliencia-e-gratidao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jeronimos.wordpress.com&amp;blog=8870750&amp;post=628&amp;subd=jeronimos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://jeronimos.files.wordpress.com/2011/04/resiliencia.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-629" title="Resiliencia e Gratidão" src="http://jeronimos.files.wordpress.com/2011/04/resiliencia.jpg?w=300&#038;h=200" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>De acordo com o Aurélio, resiliência é a propriedade que determinados materiais apresentam de voltar ao estado natural tempos depois de sofrer alguma deformação. No caso dos seres humanos, resiliência está associada à capacidade de alguém retornar ao estado normal depois de passar por um choque emocional ou dificuldade de qualquer natureza.</p>
<p>Todos os dias a capacidade de resiliência do ser humano é testada, razão pela qual resiliência é a palavra de ordem para o seu desenvolvimento profissional e pessoal. Quanto maior a sua capacidade de resiliência, maior a chance de você crescer interiormente, conquistar seus objetivos e sair fortalecido para os inúmeros desafios que a vida vai apresentar até o fim da sua experiência terrena.</p>
<p>Por experiência própria, posso dizer que a capacidade de resiliência do ser humano é inesgotável. Por inúmeras vezes eu me vi em situações que pareciam irreversíveis, no âmbito pessoal e profissional. Há muito tempo eu tomei o carro emprestado de um colega de trabalho, dois dias depois de ele ter cancelado o seguro. O dia estava chuvoso e, apesar de todas as recomendações, você deve estar imaginando o que aconteceu.</p>
<p>Minha inexperiência no transito curitibano provocou um prejuízo que eu levaria alguns anos para pagar, entretanto, quando eu acreditava que o mundo ia desabar e tudo estava perdido, por conta do acidente, problemas de saúde e uma série de dívidas acumuladas, uma grande alma apareceu na minha vida e mudou a história dos acontecimentos.</p>
<p>A despeito de todas as dificuldades encontradas ao longo do caminho, eu procurei cultivar a maior de todas as virtudes: a gratidão. Eu havia confidenciado para essa boa alma o meu drama e, praticamente um mês depois do ocorrido, recebi um cheque polpudo na época, fruto de uma “vaquinha” organizada junto aos colegas de trabalho com intuito de amenizar o meu sofrimento. Seu nome é José Moraes de Barros Neto, um grande ser humano, além de mentor, por quem eu tenho a maior consideração embora ele já tenha partido desse mundo.</p>
<p>Inúmeros obstáculos eu encontrei pelo caminho, mas a vida foi generosa comigo. Vim para Curitiba com a cara e a coragem, dinheiro apenas para o básico, consegui trabalhar em oito empresas diferentes em trinta anos de carreira, não hesitei em abandonar um emprego para não perder outro mais promissor, tive a oportunidade de conviver com dezenas de chefes exemplares, outros nem tanto e, além de ter passado pela terrível experiência de demitir em torno de trinta pessoas durante a carreira, fui demitido também, graças a Deus, e aprendi muito.</p>
<p>Se isso não tivesse ocorrido, dificilmente eu teria direcionado esforços para a minha verdadeira vocação. Hoje eu posso dizer que nada mais me assusta, pois tenho convicção de que a resiliência faz parte da minha caixa de ferramentas pessoal para resolução de problemas. Todas as adversidades nos fazem crescer, portanto, basta uma simples convicção de que somos capazes e a nossa capacidade de resiliência se encarrega de recolocar nossa vida nos trilhos.</p>
<p>Segundo Montaigne, pensador francês, “os mais severos e freqüentes males são aqueles que a imaginação nos faz alimentar”, razão pela qual a maioria dos problemas está muito mais na nossa cabeça do que na nossa capacidade de solução. Problemas vão e vêm, portanto, não se preocupe com a origem, mas com a melhor forma de resolvê-los. Para todos os problemas a vida nos apresenta uma ou mais soluções desde que sejamos maiores do que eles.</p>
<p>Ser pessimista e desmotivado é fácil. Difícil ser agradecido depois de enfrentar situações que parecem ir além dos nossos limites. Ao praticar a gratidão, depois de cada problema resolvido, a resiliência fará parte da nossa consciência e vocabulário. Resiliência e gratidão é tudo o que você precisa para enfrentar as adversidades que o acompanharão durante toda a vida.</p>
<p>Pense nisso e seja feliz!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jeronimos.wordpress.com/628/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jeronimos.wordpress.com/628/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jeronimos.wordpress.com/628/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jeronimos.wordpress.com/628/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jeronimos.wordpress.com/628/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jeronimos.wordpress.com/628/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jeronimos.wordpress.com/628/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jeronimos.wordpress.com/628/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jeronimos.wordpress.com/628/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jeronimos.wordpress.com/628/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jeronimos.wordpress.com/628/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jeronimos.wordpress.com/628/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jeronimos.wordpress.com/628/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jeronimos.wordpress.com/628/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jeronimos.wordpress.com&amp;blog=8870750&amp;post=628&amp;subd=jeronimos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Resiliencia e Gratidão</media:title>
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		<title>Escolher, decidir, mudar &#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 22:08:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jeronimos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jeronimo Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamento Filosófico]]></category>
		<category><![CDATA[decisões dificeis]]></category>
		<category><![CDATA[escolhas da vida]]></category>
		<category><![CDATA[escolhas fundamentais]]></category>
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		<description><![CDATA[A vida é uma sucessão de escolhas, decisões e mudanças para as quais somos empurrados com freqüência e ninguém pode cumprir o nosso papel nesse sentido. Somos inteiramente responsáveis por elas, portanto, além de ser uma necessidade permanente, escolher, decidir &#8230; <a href="http://jeronimos.wordpress.com/2011/04/05/623/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jeronimos.wordpress.com&amp;blog=8870750&amp;post=623&amp;subd=jeronimos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://jeronimos.files.wordpress.com/2011/04/escolhas_blog1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-625" title="Escolher, decidir, Mudar" src="http://jeronimos.files.wordpress.com/2011/04/escolhas_blog1.jpg?w=300&#038;h=200" alt="Artigo de Jerônimo Mendes" width="300" height="200" /></a>A vida é uma sucessão de escolhas, decisões e mudanças para as quais somos empurrados com freqüência e ninguém pode cumprir o nosso papel nesse sentido. Somos inteiramente responsáveis por elas, portanto, além de ser uma necessidade permanente, escolher, decidir e mudar é a única certeza visível, uma verdade incontestável na vida pessoal e no mundo dos negócios.</p>
<p>De fato, diariamente somos obrigados a escolher, decidir e mudar, ou não, o que queremos para o momento seguinte, para o dia seguinte e, por vezes, para uma vida inteira, muitas vezes sob pressão, outras diante de oportunidades que podem transformar a nossa história e outras ainda quando a única alternativa nem sempre é aquela que oferece chance de nos trazer felicidade.</p>
<p>O fato é que precisamos escolher e decidir pelo menor custo possível, emocional, social ou financeiro, e isso determina o desenrolar dos acontecimentos, portanto, decidir é uma arte que deve ser aprendida e exercitada. Não há como fugir delas. Elas são as forças motivadoras que caminham ao nosso lado, silentes, para testar a nossa capacidade de realização no mundo.</p>
<p>Avalie o seu estado atual. Há algum tempo você escolheu o caminho, ou foi escolhido por ele, e decidiu seguir em frente. A partir desse momento sua vida tomou um novo rumo. A pessoa com que você vive, a casa onde você mora, a vida que você leva, o curso que você faz e a empresa onde você trabalha fazem parte das escolhas e decisões do passado, portanto, elas são a realidade presente.</p>
<p>O tempo passou e tudo o que você fez até aqui parece ter sido em vão. A vida lhe parece injusta, as dívidas se acumulam, o amor esfriou, o trabalho não faz o menor sentido. A pressão da sociedade é incompatível com a sua capacidade de absorção dos problemas e a vida continua batendo na sua cabeça. Entretanto, você já percorreu metade do caminho.</p>
<p>Apesar de tudo, quando o desespero bater à sua porta, lembre-se das três palavras mágicas capazes de transformar a sua vida: escolher, decidir e mudar. Embora estejam inteiramente relacionadas, elas apresentam significados e funções diferentes. De uma forma ou de outra, podem fazer a diferença na sua vida pessoal e profissional.</p>
<p>Escolher significa optar entre duas ou mais possibilidades antes de torná-la um hábito, uma mania, uma virtude: o bem e o mal; o certo e o errado; o preto, o branco e o vermelho. Decidir tem sua origem no latim <em>decidere</em> e significa cortar, romper, mudar definitivamente a condução de determinada situação ou a forma de algo que não interessa mais e, a partir daí, executar ou prender-se apenas àquilo que é essencial ou importante eliminando as demais alternativas. Mudar significa alterar uma situação que já não corresponde mais às suas expectativas.</p>
<p>Escolher (livre arbítrio), decidir (romper o padrão) e mudar (entrar em ação) são direitos universalmente garantidos aos seres humanos em todos os cantos da Terra. A grande dificuldade é que para isso acontecer dependemos sempre de um fator motivador, geralmente quando a situação se torna insustentável.</p>
<p>Infelizmente, por razões que não vale a pena entender, você não muda o estado passado nem deve gastar tempo e energia sobre ele, entretanto, o futuro está em suas mãos. O estado presente é resultado de ações tomadas no passado e o estado futuro será resultado das ações que você está imaginando conscientemente enquanto lê esse texto.</p>
<p>Todas as pessoas passam por um momento na vida em que é necessário praticar o livre arbítrio, escolher o caminho menos doloroso e entrar em ação para mudar o estado das coisas. Você não precisa continuar levando uma vida medíocre, casado com a pessoa errada, trabalhando na empresa errada, suportando um chefe inescrupuloso ou fazendo o curso que não gosta apenas porque no passado você optou erradamente por isso.</p>
<p>Os erros são os maiores aliados do aprendizado e o mundo é um celeiro de oportunidades, cujas escolhas, decisões e mudanças são determinantes para a criação de uma nova perspectiva. Não se apavore pelas expectativas alheias em relação à sua pessoa. Quando você aprender a dizer não, eliminar o que não é essencial e der mais valor à sua capacidade de realização, escolher, decidir e mudar será apenas uma questão de hábito. Entretanto, os fatos não deixam de existir apenas porque são ignorados. Se você olhar apenas para o passado não conseguirá mudar o estado futuro.</p>
<p>De acordo com Albert Einstein, Premio Nobel de Física, “os problemas significativos que enfrentamos não poderão ser resolvidos pelo mesmo nível de pensamento que os criou”, portanto, dê o primeiro passo com fé, escolha um caminho, decida o que você realmente quer e mude sua vida antes que a mão dura do destino toque seus ombros.</p>
<p>Por fim, pare de mentir para si mesmo, de carregar os outros nas costas ou de agradar os outros apenas para se sentir mais integrante do meio enquanto a vida passa afortunadamente diante dos seus olhos. Você é especial e, tal como milhares de pessoas bem-sucedidas, você tem direito a ser feliz, você conta.</p>
<p>Pense nisso e seja feliz!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jeronimos.wordpress.com/623/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jeronimos.wordpress.com/623/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jeronimos.wordpress.com/623/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jeronimos.wordpress.com/623/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jeronimos.wordpress.com/623/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jeronimos.wordpress.com/623/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jeronimos.wordpress.com/623/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jeronimos.wordpress.com/623/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jeronimos.wordpress.com/623/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jeronimos.wordpress.com/623/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jeronimos.wordpress.com/623/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jeronimos.wordpress.com/623/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jeronimos.wordpress.com/623/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jeronimos.wordpress.com/623/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jeronimos.wordpress.com&amp;blog=8870750&amp;post=623&amp;subd=jeronimos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Mudança de hábito</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Mar 2011 20:04:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jeronimos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jeronimo Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamento Filosófico]]></category>
		<category><![CDATA[a grande mudança]]></category>
		<category><![CDATA[mudança de habito]]></category>
		<category><![CDATA[mudança de vida]]></category>
		<category><![CDATA[os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes]]></category>

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		<description><![CDATA[O significado original da palavra hábito é “traje” ou “peça de roupa”, algo que o ser humano é estimulado a usar todos os dias. Portanto, seus hábitos são como as roupas que você veste. Eles não nascem contigo, mas são &#8230; <a href="http://jeronimos.wordpress.com/2011/03/18/mudanca-de-habito/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jeronimos.wordpress.com&amp;blog=8870750&amp;post=616&amp;subd=jeronimos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://jeronimos.files.wordpress.com/2011/03/mudanc3a7a-de-habito.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-617" title="Mudança de Habito" src="http://jeronimos.files.wordpress.com/2011/03/mudanc3a7a-de-habito.jpg?w=500" alt=""   /></a>O significado original da palavra hábito é “traje” ou “peça de roupa”, algo que o ser humano é estimulado a usar todos os dias. Portanto, seus hábitos são como as roupas que você veste. Eles não nascem contigo, mas são incorporados à sua maneira de viver de acordo com a sua história pessoal e a cultura onde você foi inserido.</p>
<p>Durante um bom período da minha vida eu carreguei um hábito difícil de corrigir: o hábito de reclamar. Eu reclamava de tudo e de todos, razão pela qual uma simples dificuldade era motivo para reclamar primeiro, depois entender o que realmente estava acontecendo. Por esse motivo fui arranjando desafetos ao longo do caminho embora, na minha concepção, as pessoas fossem tão difíceis quanto eu era na época.</p>
<p>Quando a gente imagina ser o dono da razão, indestrutível na maneira de ser, pensar e agir, a vida demanda muito mais energia para a solução de coisas aparentemente simples, mas que, por uma questão de soberba e uma ponta de orgulho inadmissível, fazem com que a gente sofra mais do que o necessário. É o ser humano em seu estado natural, dividido entre seus vícios e virtudes.</p>
<p>Com o passar do tempo, a diferença entre eu e meus “concorrentes” é que eu decidi mudar radicalmente a minha maneira de avaliar cada ponto de vista para não ferir as percepções alheias. Isso me ajudou bastante na forma de julgar a situação e não a pessoa, embora as estejam intimamente ligadas.</p>
<p>Sem demagogia, apesar da mudança de hábito e de atitudes ao longo do caminho, não significa que eu me tornei uma “doce criatura” da noite para o dia. Você não muda um hábito assim, num estalar de dedos, considerando todas as dificuldades enfrentadas em quarenta e cinco anos. Entretanto, o que valeu mesmo foi que eu me propus a mudar e isso foi determinante para um salto na minha carreira profissional e na minha vida pessoal.</p>
<p>De fato, nossa maneira de viver é determinada não pelo que a vida nos proporciona, mas pelas atitudes que tomamos em relação à vida. O que a mente vê ou avalia é muito mais importante do que a situação ocorrida, portanto, não temos o direito de ferir a dignidade alheia assim como ninguém pode nos ferir sem o nosso consentimento. A reação ao fato é que determina o tamanho do choque ou do estrago.</p>
<p>Os hábitos são o segredo do sucesso. Podemos optar entre bons e maus hábitos. Trata-se de uma escolha pessoal, entretanto, tal como as atitudes, nossos hábitos podem ser modificados para o nosso próprio bem. Assim como construímos maus hábitos podemos mudar o foco e canalizar energia para a construção de bons hábitos.</p>
<p>Há muito tempo, quando meus filhos eram ainda pequenos, eu e minha esposa tomamos a sábia decisão de não proferir qualquer palavrão diante deles e isso, graças a Deus, fez com que nos livrássemos definitivamente deles, não dos filhos, mas dos palavrões. O resultado é que os filhos também não falam palavrões e cada vez que um deslize ocorre há um sinal de desconforto.</p>
<p>Quantas vezes por dia você reclama? Talvez, de minuto em minuto, muitas vezes pelo que você tem, outras pelo que não tem. Bons hábitos provocam uma diferença profunda na sua vida. Tente não reclamar durante uma hora, duas, três, dez e assim por diante. Logo estará conseguindo não reclamar durante um dia inteiro, uma semana e um mês até o dia em que não reclamar mais.</p>
<p>A reclamação anda de mãos dadas com o pessimismo. Cada vez que você reclama uma porta se fecha, alguém se ofende, o diálogo interior se confunde, os amigos se afastam, os ânimos se acirram. Uma reclamação atrás da outra definirá o seu modo de pensar e agir no futuro, portanto, pare de reclamar do trabalho, do chefe, dos amigos, dos vizinhos, dos filhos, da esposa.</p>
<p>Mude seus hábitos, mude sua vida e terá alguém para conversar, dividir as preocupações e compartilhar os anos difíceis da velhice que você não quer nem imaginar, mas não há como fugir. Ninguém quer viver ao lado de alguém que passa o tempo todo reclamando e não faz nada para mudar o seu estado de ação.</p>
<p>De acordo com Benjamim Franklin, cientista, inventor e diplomata norte-americano, a melhor maneira de eliminar os maus hábitos é substituí-los por outros melhores e mais positivos. Concentre-se nas suas qualidades e não nos defeitos, no que você possui em vez do que não possui. Não reclame, apenas faça, continue trabalhando e o mundo ao seu redor será diferente.</p>
<p>Pense nisso e seja feliz!</p>
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